Em 2017, 30 pessoas morreram em decorrência da influenza; já até julho de 2018 são 57 mortes pela doença; a vacinação ainda é a forma mais eficaz de prevenção.

O número de pessoas que morreram em 2018 em decorrência da gripe em Minas Gerais já é quase o dobro do registrado em todo o ano de 2017. Foram registrados 170 casos da doença e 57 mortes no estado neste ano, enquanto que o ano anterior registrou 30 mortes, de acordo com o Ministério da Saúde.
A influenza, popularmente conhecida como grupo, é uma doença respiratória infecciosa de origem viral que pode levar se tornar grave principalmente em pessoas que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações, como gestantes, idosos, crianças e aqueles que já tem imunidade baixa.
A vacina é a principal forma de prevenção contra a gripe. Apesar de o estado ter atingido a meta de vacinação, com 95,81% de imunização do público-alvo da campanha, a cobertura vacinal nos grupos de gestantes e crianças continua baixa, com cerca de 84%.
De acordo com a infectologista Melissa Valentini, os dados deste ano mostram que a vacina não se mostrou tão efetiva quando nos outros anos. Isso porque são vários vírus relacionados à influenza.
A vacina deste ano disponibilizada pela rede pública protege contra os vídeos H1N1, H3N2 e sorotipo B. A vacina oferecida pela rede particular ainda imuniza contra mais um vírus sorotipo B.
Os sintomas da influenza são mal-estar, febre, tosse, coriza, olhos lacrimejantes e falta de ar. Em crianças, é importante estar atento quando ela para de mamar e fica irritadiça. Alguns adultos ainda ficam confusos e com prostração.

*G1